Bloco Operatorio

“Hospital da Misericórdia com serviço de Anestesia de Excelência”

“Doutor tenho medo de não acordar da anestesia”, é uma frase que seguramente todos os anestesiologistas já ouviram no seu percurso profissional”.

A maioria dos doentes que vão ser anestesiados para se submeterem a uma intervenção cirúrgica ou realizar um exame de diagnóstico, têm receio da anestesia.

Esta ansiedade resulta da inquietude e desconforto que o desconhecido desencadeia no ser humano. Há efetivamente um grande desconhecimento do que é a anestesia, de quem é (e o que faz) o Anestesiologista, das condições de monitorização a que o doente será sujeito, por forma a que tudo decorra de acordo com normas de boas práticas, cumprindo orientações internacionais, na forma de linhas de orientação, bem estabelecidas, comprovadamente eficazes e seguras.

O Anestesiologista é o médico que garante que as funções vitais serão preservadas, assegurando um adequado controlo da via aérea, uma ventilação (respiração) eficaz, garantindo a estabilidade cardiovascular, mantendo a frequência cardíaca e as pressões arteriais o mais adequadas possíveis, assegurando que o sangue chegue a todos os órgãos.

Para alcançar estes objetivos, faz uso da administração criteriosa de fluídos (soros e, se estritamente necessário, sangue) e uma seleção de fármacos, de modo a preservar a funcionalidade dos diferentes órgãos, proporcionando simultaneamente as melhores condições cirúrgicas. Recorre a uma monitorização, padronizada, mas que poderá ser mais ou menos invasiva, dependendo do procedimento e das condições intrínsecas do doente. Há registos detalhados de tudo o que é feito e acontece durante os procedimentos.

A segurança do doente é condição prioritária e obrigatória. Há uma série de perguntas que são feitas repetidamente, em momentos diferentes, da avaliação clínica. Esta repetição não é mais do que um mecanismo extremo de segurança, que visa garantir que nada do que é fundamental deixa de ser questionado.

São mecanismos de segurança utilizados na aviação, recorrendo a check-lists (listas de verificação), quer de avaliação clínica, quer da presença e da funcionalidade dos aparelhos, garantindo que todo o material que será necessário esteja disponível e em perfeito funcionamento, tal como o fazem os pilotos de aviação ou de corridas de competição automóvel, tentando garantir que tudo está em perfeitas condições antes da partida. Como o cockpit do avião e do carro de corrida estão munidos de aparelhagem que transmite informação de modo a que se possa optar pelo melhor e mais seguro percurso, adequando a velocidade à trajetória, também o Anestesiologista utiliza monitorização para ir adequando o estado de profundidade anestésica, efetuando reajustes na ventilação e estado hemodinâmico do paciente, de modo a que o seu percurso anestésico-cirúrgico seja o mais estável e seguro.

“No Hospital da Misericórdia de Vila Verde dispomos de material de ponta, seja na abordagem da via aérea, seja durante todo o peri-operatório. Somos das poucas, para não dizer única, instituição privada que dispõe de um videolaringoscópio (aparelho utilizado para a intubação) topo de gama, que permite fazer face a uma abordagem da via aérea difícil, seja esta previsivelmente difícil ou, ainda pior, se à priori não houver fatores preditivos dessa mesma dificuldade”, refere Célio Antunes, Diretor Bloco Operatório e Coordenador da Anestesiologia do Hospital da Santa Casa da Misericórdia de Vila Verde.

 

A Dor, uma equipa multidisciplinar ao seu dispor

 

Outra das preocupações do doente é o receio de ter dor. O hospital da Misericórdia de Vila Verde é pioneiro, pelo menos no Norte de Portugal, na utilização de um dispositivo médico que permite ao doente a administração de um comprimido sublingual quando começa a estar desconfortável, fazendo o doente, de forma perfeitamente autónoma, mas segura, a gestão da administração da medicação para controlar a sua dor. Claro que esta medicação é complementada com outras medicações analgésicas e diferentes técnicas de administração terapêutica, tratando se de uma analgesia balanceada ou multimodal, de acordo com o estado da arte.

Para as situações de Dor Crónica, esta instituição possui uma consulta da dor, constituída por uma equipa multidisciplinar (Anestesiologia, Medicina Geral e Familiar, Fisioterapia e Psicologia).

 

Direção e Provedoria Orgulhosos

 

“Podemos com toda a certeza afirmar que estamos dotados de profissionais altamente qualificados (Médicos, Enfermeiros, Auxiliares Ação Médica, Secretariado, Assistentes Operacionais) e dispomos da melhor e mais atual tecnologia com vista a garantir que todos os procedimentos realizados na nossa Instituição, o são com o mais elevado rigor, segurança e qualidade. Connosco, terá um atendimento de qualidade, personalizado e humanizado, cumprindo os padrões de exigência e excelência, que guiam a nossa conduta segundo o lema “Fazer o bem, fazendo-o bem”, refere Bento Morais em declarações à imprensa.

 

Joaquim Ribeiro / Célio Antunes (OM 36546) Diretor Bloco Operatório e Coordenador da Anestesiologia do HSCM Vila Verde.

 

© Hospital da Misericórdia de Vila Verde | Por: André Tiago Almeida.PT

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